terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Amar a vida, sempre.

É preciso amar a vida!


A vida pode ser a eterna busca de si mesmo, mas para obtermos sucesso é preciso amá-la. Não se trata de amar a carreira, a prosperidade, a família, os animais ou seja lá o que nos vier cavalgando apressadamente o pensamento; trata-se realmente do puro amor a vida.

 Um amor que transborda do nosso interior e que nos torna capazes de sentir o perfume das flores do caminho. 
Mas, se amar a vida fosse tão simples a humanidade não estaria no perrengue em que se encontra.

Não sentiríamos como se fosse os fins dos tempos (não estou levando em conta as profecias Maias) ao testemunharmos algumas atrocidades por aí. Entretanto, não importa o quanto nos sintamos deprimidos, o fato é que a vida exige de nós o nosso melhor: o amor.

Toda a criança nasce com o seu melhor - uma imensa capacidade de amar. Dadas as circunstâncias da existência (família, escola, religião, política e sabe-se mais lá o quê) ela cresce e vira um adulto seco e rabugento como todos nós. Mas, nem tudo está perdido porque sempre haverá duas incômodas perguntas a vagabundear pelas almas mais sensíveis: Quem sou eu? Qual o meu papel no mundo? - raio de adolescência que não termina nunca!!!!

Por fim, este post é apenas para começar a falar alguma coisa. O que quero de fato é partilhar as minhas desventuras desde a adolescência em busca de autoconhecimento. Lembrando sempre  que amar a vida é essencial para toda jornada que se faz para tentar responder a infame e inquieta pergunta: quem sou eu?

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