O mal que me assola!
Santo Gzuiz, eu procrastino desde que me conheço por gente (lá se vão vários anos!!!!) e parece que ainda não aprendi a lidar com esse meu monstrinho interior. Há, no entanto, uma pergunta que não quer calar:
Se o tempo é um contínuo no espaço, como pode haver passado e futuro? Ontem e amanhã?
Supostamente só existe o hoje, o presente, o agora. Então, me deem licença, que eu vou curtir minha vida no meu ritmo. Porque para amar é preciso paz e para se autoconhecer é preciso quietude. Nada mais de cobranças feitas sob a ótica alheia.
(Segredo: quando algo é realmente importante para mim, eu simplesmente faço o que é preciso fazer.)
Abraços para todos!

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